Ordem de serviço com etiqueta
Um código por ordem — e #1, #2, #3 quando o cliente deixa três raquetes iguais. A etiqueta colada no punho é a mesma que está na tela, e não muda quando uma delas sai de uso.
Controle de encordoamento para loja e bancada: ordem de serviço com etiqueta, cliente com as raquetes dele, o encordoado escolhido em passos, a semana na tela e o aviso pronto no WhatsApp. Para quem hoje anota em caderno — e por isso perde o cliente que sumiu há três meses.
O que ele faz
Cada tela nasceu de um problema que um encordoador tinha na mão: a raquete sem etiqueta, o cliente que sumiu, o híbrido anotado errado.
Um código por ordem — e #1, #2, #3 quando o cliente deixa três raquetes iguais. A etiqueta colada no punho é a mesma que está na tela, e não muda quando uma delas sai de uso.
Ficha com o WhatsApp e cada raquete: marca, modelo, cabeça, padrão e apelido. Catálogo pronto com 384 raquetes e 220 cordas — e nada trava se a sua não estiver lá: cadastra à mão e segue.
Marca, modelo, calibre, nós, libragem, acabamento — uma pergunta por tela, botão grande. Híbrido com tensão própria em cada direção. Quem volta pedindo “o de sempre” resolve em dois toques.
O que sai hoje, o que atrasou e quem está sumido há tempo demais. A ordem é a do prazo de entrega, não a da chegada.
Ficou pronta: o WhatsApp abre com a mensagem pronta, num toque. E o sistema lembra você de chamar quem já passou do prazo de trocar a corda.
Cada ordem guarda corda, calibre, libragem e valor. Quanto entrou no mês, quantas raquetes passaram e quantos dias você leva para entregar — sem planilha.
As telas
Capturas do sistema como ele é, numa loja de testes. Se a tela não se explica sozinha, o problema é da tela.




Como começa
Nome, WhatsApp e os serviços que você cobra. Leva cinco minutos, no celular.
Cliente, raquete, encordoado. O catálogo preenche o que sabe; o resto você digita uma vez e fica guardado.
A ordem ganha código, a raquete ganha etiqueta. Ficou pronta, um toque avisa o cliente.
Perguntas
Serve. A conta de loja é para quem tem clientes e caixa próprios — com vitrine ou só com a máquina na garagem. Se a bancada fica dentro de um clube, você entra como loja separada mesmo assim: o cliente é seu, o caixa é seu.
Não. Foi feito para o celular, que é onde a mão está no balcão. Instala na tela inicial como um aplicativo, sem loja de aplicativo e sem esperar aprovação. No computador também funciona.
Uma ordem só, com as três dentro — cada uma com o seu número (#1, #2, #3) e a sua etiqueta. O encordoado vale para todas por padrão; se uma pede libragem diferente, você marca “uma diferente” e ajusta só ela.
Faz. Corda, calibre e tensão são escolhidos por direção — vertical e horizontal —, então um híbrido é só a segunda pergunta da tela, não um campo de observações.
Cadastra a sua e ela passa a aparecer primeiro nas suas ordens. O catálogo pronto tem 220 cordas e 384 raquetes, mas ele nunca trava um cadastro: o que não está lá, você digita. O preço que você cobra por corda fica guardado para a próxima vez.
Você muda o estado da ordem para “pronta” e o WhatsApp abre com a mensagem já escrita — nome, raquete, o que foi feito. Um toque para enviar. Depois, passado o prazo que você definir para aquele serviço, o sistema lembra você de chamar quem ainda não voltou.
Serve para qualquer raquete que leve corda. O catálogo pronto é de raquetes de tênis; as outras entram à mão, uma vez, e ficam na ficha do cliente.
Estamos em beta e o preço é conversado caso a caso, pelo WhatsApp. Sem fidelidade.
Uma conversa no WhatsApp resolve. A gente cadastra a loja junto.